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Portabilidade de previdência: uma ferramenta poderosa 

Portabilidade de previdência: uma ferramenta poderosa 

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Entenda como funciona a portabilidade dos planos de previdência e como isso pode ajudá-lo a alcançar seus objetivos de investimento.

A previdência privada é um produto que tem atraído cada vez mais interesse do brasileiro. Segundo levantamento da Fenaprevi, esse tipo de investimento cresceu 11,2% em 2021 e, somente no primeiro mês deste ano, os planos de previdência já captaram R$ 1,2 bilhão.

Com todo esse crescimento, é comum que as pessoas tenham dúvidas quando começam a investir em previdência, principalmente se é a primeira vez delas. Tipo de plano (PGBL ou VGBL), tipo de tributação (tabela progressiva ou regressiva) e taxas de carregamento e saída estão entre os temas que mais trazem confusão para novos investidores e poupadores.

Mas existe um ponto extremamente importante da previdência que muita gente desconhece: a portabilidade. E o que seria isso?

Conheça a portabilidade da previdência do BTG

Portabilidade da previdência privada

A portabilidade é a opção que o investidor tem de mudar seu plano ou de instituição financeira ou para outra plano dentro da mesma casa. Seja por não concordar com as tarifas cobradas, seja por não gostar dos resultados que estão sendo entregues ou por qualquer outro motivo: esse mecanismo possibilita que se troque o plano sem precisar resgatá-lo para reinvestir.

Claro que fazer o resgate e procurar por um novo plano pode ser uma opção. Todavia, fazer este procedimento vai levar à cobrança de impostos, que podem ser bem altos dependendo do prazo que se manteve o investimento e suas características.

Com a portabilidade, você continua com o seu plano de previdência, levando-o para um novo produto que melhor se adeque às suas necessidades.

Mas o investidor tem que se atentar para as regras da portabilidade.

Saiba mais sobre a portabilidade para o BTG

Mesmo tipo de plano

Seja para uma nova instituição, seja para outro plano dentro do mesmo banco ou seguradora, a mudança só pode ser feita entre planos da mesma modalidade, ou seja, de PGBL para PGBL e VGBL para VGBL.

Tributação

Aqui aparece uma diferença importante. No caso do investidor que tenha optado por um plano com tabela progressiva, ele pode alterá-lo para a tabela regressiva. Porém, caso o plano original seja pela tabela regressiva, ele não pode fazer a alteração. E quais são as consequências disso?

Para quem faz a mudança de plano com a troca do regime progressivo pelo regressivo, o tempo de tributação é reiniciado a partir da data da mudança, ou seja, caso resgate o valor dentro de dois anos, pagará a alíquota máxima do IR, que é de 35%.

No caso de se mudar de plano sem alterar o regime tributário, o investidor não é penalizado com a alteração do tempo de contribuição.

Tabela regressiva de IR

Prazo da aplicação

Alíquota

Até 2 anos

35%

De 2 a 4 anos

30%

De 4 a 6 anos

25%

De 6 a 8 anos

20%

De 8 a 10 anos

15%

Acima de 10 anos

10%

Agora que você entendeu como funciona a portabilidade, quais são os principais motivos para se fazer uma troca para um novo plano e uma nova instituição financeira? Se você não quer desperdiçar nem o tempo nem o dinheiro que já foram colocados na sua previdência, fique atento aos seguintes pontos:

Taxas de carregamento

Falei logo no início do texto sobre taxa de carregamento e saída. Mas afinal, o que são essas taxas?

A taxa de carregamento é um valor cobrado sobre as movimentações no plano de previdência. Quando o cliente faz sua primeira aplicação, caso haja taxa de carregamento, ela é chamada de taxa de entrada. Já quando o cliente paga essa taxa no momento de efetuar algum resgate, ela é chamada de taxa de saída.

É importante ressaltar que essas taxas só podem ser cobradas sobre os valores investidos e não sobre os rendimentos. Mas o limite permitido pela legislação é alto, de até 10% sobre o valor aportado. Chega a ser inacreditável hoje em dia.

Se pararmos pra pensar que muitos planos já cobram a taxa de administração e de performance, pergunto: qual a lógica de se pagar essa taxa de carregamento?

Com o amadurecimento do mercado financeiro no Brasil e a consequente entrada de mais participantes no segmento de previdência, a taxa de carregamento começou a ser menos comum. Entretanto, muitos planos ainda cobram essas taxas.

Assim, caso você tenha algum plano que ainda insista em cobrar a taxa de carregamento, verifique a possibilidade de procurar por um plano similar ou que não utilize deste subterfúgio para cobrar mais caro de seus clientes.

Outras taxas elevadas

Além da taxa de carregamento, os planos também costumam cobras taxas de administração e performance, como já foi explicado.

A taxa de administração normalmente é cobrada uma vez ao ano e incide sobre o valor total do plano. Podemos dizer que é a taxa que você paga para a instituição tomar conta dos seus investimentos. Por outro lado, a taxa de performance, quando existente no plano, é cobrada se o gestor consegue ter um desempenho superior a alguma meta estabelecida. É uma taxa que premia a competência da gestão em entregar resultados superiores à média de mercado.

Ambas as taxas, ao meu ver, são bem mais justas do que as taxas de carregamento. Entretanto, é comum encontrar taxas de administração extremamente elevadas, na casa dos 5% ao ano.

Assim, caso perceba que as taxas acabam ficando com boa parte da rentabilidade do seu plano, pode ser um ótimo motivo para se procurar instituições e produtos com taxas mais atrativas.

Performance

Não é incomum ver pessoas que desistem dos seus planos de previdência por não gostar dos resultados que estão sendo entregues. Seja o plano de renda variável, renda fixa ou ambos, os resultados podem estar aquém do que você esperava e do que a própria instituição se comprometeu a entregar.

E pra piorar, caso opte por fazer o resgate ainda muito cedo, pode acabar pagando um imposto de renda bem alto.

Assim, caso o desempenho esteja muito abaixo de seus índices de referência (como CDI, IPCA ou Ibov, por exemplo), pode ser uma boa oportunidade para procurar novos planos que estejam com uma rentabilidade mais atrativa.

A rentabilidade da sua previdência pode ser maior com o BTG. Sabia mais.

Atendimento ruim

O consumidor brasileiro já está acostumado a ter um ótimo atendimento na venda de algum produto e uma péssima assistência no pós-venda. Isso vale para vários segmentos e, claro, vale também para as instituições financeiras.

Muitas dessas instituições são ótimas na hora de fechar o negócio, mas, quando você precisa de uma assistência a mais para entender o que está acontecendo com os seus investimentos, parece que os especialistas “desaparecem”.

Assim, procure por uma instituição que dê a atenção que você e o seu dinheiro merecem. Afinal de contas, estamos falando do dinheiro que deve garantir o seu futuro. Se o banco ou corretora não dão a devida importância que você demanda, troque seu plano para alguém que consiga se comunicar melhor com as suas necessidades.

Com tudo isso em mente, venha conhecer os diferenciais da previdência no BTG. O maior banco de investimento da América Latina oferece pra você:

Arquitetura aberta

  • BTG + Icatu;

  • Uma oferta com mais de 170 fundos de previdência;

  • Principais gestoras do país;

  • Não há segregação de valores/segmentos.

Grade completa

  • Grade que atende a todos os perfis;

  • Até 100% renda variável;

  • Offshore;

  • Renda fixa/inflação;

  • Multimercado.

Multifundos

  • Movimentação entre fundos de um mesmo certificado, sem gerar carência;

  • Compensação de ganhos e perdas no VGBL respeitando a mesma tributação.

Não perca mais tempo com planos de previdência ruins e caros. Acesse o BTG e escolha o plano que vai ajudar a consolidar o seu futuro.

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