Destinada aos investidores que gostariam de ter renda e ganho de capital, a Carteira Recomendada de Fundos Imobiliários tem como objetivo capturar as melhores oportunidades do mercado de FIIs após um profundo processo de análise e avaliação de qualidade dos ativos. Buscamos equilibrar o nosso portfolio com fundos que possuam estratégias complementares, proporcionando, além da diversificação setorial, exposição a diferentes regiões do país. A atualização da carteira possui periodicidade mensal, com divulgação todo 1º dia útil de cada mês.
A carteira de ações internacionais oferece oportunidades de investimento no exterior e é composta por BDRs. O processo de seleção dos BDRs é realizado pelo time de analistas e estrategistas com base em uma análise conjunta dos fundamentos das companhias e do cenário econômico global. O objetivo da carteira é superar o BDRX, nosso principal benchmark, o índice de referência da B3 para os BDRs.
A carteira tem como objetivo a seleção das melhores empresas sob a ótica de geração total de valor ao acionista com foco na distribuição de proventos. Dessa forma, realizamos uma análise focada em ativos de alta qualidade, com resiliência de entrega de resultados e geração de caixa. A seleção dos ativos é feita de forma complementar entre a equipe de análise de empresas e a equipe de estratégia do BTG Pactual, com uma revisão mensal da carteira.
Decisão: Reduzindo volatilidade. Em Brasil, aumentamos nossa posição em ETFs pós-fixados (+2,5% em DEBB11) e em inflação de longo prazo (+2,5% em PACB11) a fim de ajustar nosso view de renda fixa para capturar retornos excessivos aos CDI no crédito privado e na queda dos prêmios longos da dívida soberana brasileira. Em renda variável mantivemos o mesmo nível de alocação, mas ajustando as posições de small caps (-2,5% em SMAB11) para commodities (+2,5% em CMDB11). Do lado Global, reduzimos exposições em S&P unhedged (-5,0% em SPXB11) e em ETFs de China (-2,5% em XINA11) para alocar em ativos de menor volatilidade e mais qualidade, como sugere o ETF de renda fixa global HGBR11 (+5,0%), em razão de sua exposição em crédito high grade nos Estados Unidos. Desta forma, voltamos para nossas posições estruturais em termos de exposição regional, a fim de capturar o bom momentum para ativos brasileiros e reduzir a volatilidade com mais renda fixa e uma composição mais defensiva em renda variável. Em anexo, nosso relatório completo.